O que rola no face

24.4.12

Número de vereadores da Câmara de Macapá aumenta de 16 para 23 a partir de 2013.

Na capital o salário de um vereador corresponde a sessenta por cento do que ganha um deputado estadual. A constituição brasileira fixa tetos máximos tendo como base a população das cidades. Macapá está na faixa de 301 mil a 500 mil habitantes. O salário de um vereador é de 12 mil reais. Mais isso não é tudo. O parlamentar recebe também uma verba de gabinete de trinta mil reais para a contratação de assessores e técnicos. A verba indenizatória, para a cobertura de despesas extras no exercício do mandato, é de até quinze mil reais. No total cada vereador tem à sua disposição mensalmente 57 mil reais. Os vereadores não recebem diárias.

Vereador:

salário: R$ 12.015,00

verba de gabinete: R$ 30.000,00

verba indenizatória: R$ 15.000,00

custo mensal: R$ 57.000,00

O orçamento anual da Câmara é de 14 milhões de reais. O equivalente a uma parcela mensal do duodécimo da Assembleia Legislativa. O vereador Clécio Luiz explica que os parlamentares não o décimo terceiro, quarto, nem auxilio paletó.

O número de habitantes também determina a quantidade de vereadores das cidades. No caso de Macapá, deve passar de 16 para 23 parlamentares. O TRE já orientou que é preciso alterar a lei orgânica do município com base na faixa populacional estabelecida pela constituição. A lei deve estabelecer expressamente o número de 23 vereadores. A lei precisa ser aprovada com quorum de dois terços dos parlamentares, em dois turnos, até as convenções partidárias, em junho.

O crescimento populacional que permitiu o aumento de vereadores em Macapá também vai causar a redução no orçamento da Câmara.

 De acordo com a lei, em cidades com menos de 300 mil habitantes, a Câmara tem direito a seis por cento do orçamento da prefeitura. Acima dessa faixa populacional, como é o caso de Macapá, o percentual cai para cinco por cento. Por isso, o presidente do legislativo municipal acredita que vai haver dificuldade para custear os sete novos parlamentares. Os problemas iniciam com a falta de espaço. 

 A nova quantidade de vereadores vai influenciar também no coeficiente eleitoral. O maior número de vagas indica que os parlamentares vão precisar de um menor número de votos.


Diárias da AL estão sendo investigadas desde agosto do ano passado

No total, segundo os cálculos da Promotoria do Patrimônio Público e Ordem Tributária, a Assembleia pagou aos 24 parlamentares no ano passado três milhões e quatrocentos mil reais em diárias. As ações de improbidade administrativa por enriquecimento ilícito são inicialmente contra quatro deputados. Edinho Duarte, Michael JK, Júnior Favacho e Moisés Sousa. Segundo investigações do Ministério Público, eles teriam recebido em diárias só em 2011 cerca de 660 mil reais.

Na ação, o Ministério Público solicita que os deputados devolvam tudo o que teriam recebido de forma irregular. O MP também pede liminarmente que a justiça reduza os valores das diárias fixando como limite máximo o que ganha um senador da república: 581 reais.

O Ministério Público calculou que se o valor em diárias fosse o correspondente ao que é pago a um senador, a economia seria de 580 mil reais. É essa quantia que a ação pede que seja devolvida.

O deputado Edinho Duarte foi destacado pela presidência para falar em nome da Assembleia. Ele disse que aguarda a notificação da justiça para a casa se manifestar.

 A Assembleia Legislativa baixou na semana passada a diária de 2.600 para 1.600 reais. Fizemos a comparação entre a diária de um deputado e a de outros poderes, e constatamos que ela continua alta. A diária de um desembargador do Amapá ou de um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado é de 614 reais. De um juiz, em média, 550 reais. O procurador geral do Ministério Público recebe 350 reais. Um procurador de justiça ou promotor recebem em média 315 reais. A diária do governador é de 148 reais. Todos os valores são para deslocamentos dentro do Estado. 

deputado: R$ 1.600,00

desembargador: R$ 614,00

conselheiro do TCE: R$ 614,00

juiz: R$: 550,00

procurador geral do MP: R$ 350,00

procurador e promotor: R$ 315,00

governador: R$ 148,00

A Assembleia Legislativa também baixou na semana passada a verba indenizatória de 100 mil para 50 mil reais. Em 2010, ela chegava a 20 mil reais. Na Assembleia do Maranhão, também investigada pelas despesas extras, com 47 deputados, a verba indenizatória é de 32 mil reais. A comparação mostra que o valor se mantém alto.
14.3.12

Castanha do Brasil coletada no Amapá :Trabalho e renda na floresta


FOTOS: EUDIMAR VIANA -COMARU

A castanha do Brasil, coletada na reserva de desenvolvimento sustentável do Rio Iratapuru, é a responsável pela geração de renda a 42 famílias que vivem na Vila  de São Francisco, localizada na reserva, próxima ao municipio de Laranjal do Jari, no Sul do Amapá.

 


   Os produtores são da Cooperativa Mista de  dos Produtores e Extrativistas do Rio Iratapuru.

 

Os produtores enfrentam grandes desafios para coletar a castanha, que fica em castanhais, acima de corredeiras e cachoeiras.
 



 


 Em muitos trechos desta aventura  rotineira eles são obrigados a descer do barco, e puxá-lo com os braços. 


 



Normalmente os castanheiros passam vinte dias dentro do mato, na coleta da castanha.












O produto é levado para a vila São Francisco, onde funciona a fábrica de processamento do óleo. 

 Em 2003 a fábrica construída pelo governo do estado, pegou fogo. 




 



Foi reconstruída com um adiantamento em dinheiro feito pela empresa, que permitiu a reestruturação da cooperativa.  
 

 Atualmente a Comaru, produz cinco toneladas ao ano do óleo de castanha.

 


 Os produtores também fornecem para a Natura a resina do bréu-branco, uma seiva coletada em árvores, com um aroma inebriante. O trabalho na floresta gera renda para as famílias que recebem 42 reais por cada quilo, do óleo. A nova realidade dos moradores é a melhoria na qualidade de vida, sem a necessidade de deixar a floresta. Uma prova que a sustentabilidade é possivel, sem a necessidade de degradação ambiental.

13.3.12
Novela para licitação do transporte público em  Macapá

Desde 2006, ouvimos falar em licitação para a entrada de novas empresas de ônibus em Macapá. O processo foi suspenso em outubro do ano passado depois da denuncia de uma empresa de São Paulo, interessada em participar ,ao Tribunal de Contas do Estado. Entre as falhas identificou a falta de realização de audiência pública. Atendendo a  recomendação a EMTU realizou a terceira audiência, na Câmara de Vereadores.  


Essencial para o tribunal, nem tanto para os vereadores. Dos dezesseis, apenas oito compareceram. O Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros também não enviou representante. O diretor de Transporte da EMTU , Jair Andrade,  explicou  que o TCE identificou 19 falhas no edital. Todas já foram sanadas.


No ano passado a Câmara de Vereadores abriu uma CPI para investigar o setor. O vereador Clécio Luis, defende que a licitação deveria  ser por linhas. A medida garantiria a participação de cooperativas e ficaria mais fácil cobrar o bom funcionamento do transporte público.

Já o vereador, Luis Monteiro, conta que analisou o edital e explica que o documento abre a licitação por lotes, onde uma empresa pode pegar várias linhas. A vantagem é que neste caso, a empresa é obrigada a atender grandes rotas, com um grande número de usuários e pequenas para lugares distantes, onde o lucro é menor.  



A previsão é que o edital de licitação seja divulgado ainda este mês. A população tem pressa.
Os deficientes físicos mais ainda. Hoje ví o vice-presidente da associação de deficientes físicos, Fernando Oliveira, entrando num ônibus sem adaptação. Ele teve que ser carregado, com a ajuda de usuários, para entrar no veículo. Assim fica difícil a garantia constitucional de acessibilidade ao cidadão.


Dalva garante programa Usinas Culturais do MinC para Macapá e Santana


Resultado da articulação política da deputada Dalva Figueiredo (PT/AP), os municípios de Macapá e Santana serão contemplados com a implantação do programa Usinas Culturais do Ministério da Cultura – MinC. O ministério investe em infrestrutura e na programação cultural de espaços públicos, cedidos pelas prefeituras municipais, aptos a executarem as diretrizes do programa.
O programa Usinas Culturais é um iniciativa do Fórum de Direitos e Cidadania da Presidência da República que pretende minimizar a situação de vulnerabilidade social das cidades brasileiras por meio de ações de cultura e esporte. A instalação da Usina Cultural colocará os municípios na rota de espetáculos nacionais em várias modalidade artísticas, bem como assegurará recursos do MinC para o desenvolvimento das ações locais.
Durante as últimas semanas, as prefeituras de Macapá e Santana estiveram no processo de habilitação das propostas junto ao Ministério da Cultura. E, na última sexta-feira (09/03) saiu o resultado das habilitações para as cidades classificadas como de médio porte. O projeto apresentado pela Prefeitura Municipal de Santana foi aprovado, e o município de Macapá ainda aguarda o resultado da seleção para as capitais.
As propostas escolhidas irão trabalhar os eixos de valorização da juventude negra, autonomia das mulheres e valor ambiental, educação e reciclagem, dependendo da vocação descrita de cada localidade. "Estou muito satisfeita com o resultado dessa seleção, já que sempre defendi a execução de políticas culturais como importantes instrumentos de inclusão social" - comemora a parlamentar.
________
ASCOM/ dep. Dalva Figueiredo
12.3.12

Nota de pesar




É com profunda consternação que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amapá (Sindjor/AP) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) comunicam o falecimento do jornalista José Antônio Bonfim Salgado, 64 anos, ocorrido na manhã desta segunda-feira (12/03), no Hospital de Emergências, em Macapá. O jornalista foi internado na madrugada com complicações renais e não resistiu há três paradas cardíacas.

Bonfim Salgado foi um dos pioneiros da imprensa amapaense. Atuou em vários veículos de comunicação, sempre atentando para a ética e a responsabilidade com a informação. Era combativo e polêmico.

Neste momento de imensa tristeza, transmitimos nossos sinceros sentimentos aos familiares e amigos deste grande profissional que muito contribuiu com a imprensa e o  Amapá. Que Deus dê o conforto necessário a todos.

O velório acontece na Loja Maçônica, na Avenida Minas Gerais, no Bairro Santa Rita. O sepultamento será às 4 horas da tarde, desta terça-feira, no cemitério São José.

Macapá, 12 de Março de 2012.




Volney Oliveira
Presidente do Sindjor/AP
Vice-Presidente Regional da Fenaj

Recebi da Colega Marcia Correa-

R$ 352,59 por mês

Do Estadão: SÃO PAULO – Mariana Frioli, webdesigner de 28 anos, tem um blog em que comenta os livros que lê e, vez ou outra, posta um vídeo com música ou trechos de filme. Ela não faz upload nem distribui conteúdo pirata. Por isso, estranhou quando recebeu uma ligação de um estagiário do Ecad. Ele lhe cobrava R$ 352,59.
Este é o cadastro que o Ecad quer que você preencha caso seja pego embedandovídeo em blogs. Mariana não sabe como conseguiram o número – em seu blog, a única forma de contato é via e-mail. O estagiário disse que ela teria de pagar ao Ecad por ter incorporado um vídeo no YouTube. Era um trailer do filme Delírios de Consumo de Becky Bloom. “Perguntei por que teria que pagar se eu não fiz o upload e meu blog é pessoal. O rapaz disse que, de acordo com o Ecad, retransmissão tem de ser paga, mesmo que eles já tenham recebido do YouTube”, conta Mariana. Por via das dúvidas, ela optou por tirar o vídeo do blog.

O blog Caligraffiti, sobre design e arte, recebeu há duas semanas um e-mail do Ecad com o mesmo recado. Uno de Oliveira, um dos donos do blog, diz ter ficado surpreso e, por isso, pediu esclarecimentos. “Nós não ganhamos dinheiro, só queremos escrever sobre arte”, diz.
No e-mail enviado pelo Ecad aos blogueiros, há uma explicação: os sites foram enquadrados como “webcasting”, o que exige um pagamento de R$ 352,59 mensais. O Ecad enviou aos blogueiros também um PDF de “cadastro de mídias digitais”. O formulário tem espaço para endereço e data de cobrança – tudo para facilitar o processo de pagamento.
“Mas a maioria dos blogs incorpora vídeos. Todos devem pagar? O trailer não é criado para divulgação? O responsável pelo trailer já não pagou pelo uso da música?”, questiona Mariana.
Segundo o escritório, os blogs cobrados “foram captados em um trabalho rotineiro e receberam o contato”. “Não existe nenhum trabalho de cobrança de direito autoral focado em blogs e sites, porém, todo usuário que executa música publicamente pode receber um contato”, explicou a assessoria de imprensa do órgão.
“A cobrança é absolutamente ilegal”, afirma Sérgio Branco, doutor em direito civil pela UERJ e pesquisador da FGV-Rio. “Quem está fazendo o streaming é o YouTube, que já tem um acordo com o Ecad ”, explica. O advogado Pedro Paranaguá, doutorando na Duke University School of Law, concorda. “Um blog que insere músicas disponíveis no YouTube não está retransmitindo nada. A transmissão é via YouTube. Não há que se falar em cobrança alguma.”
O Google também defende os blogueiros. “O Ecad não pode cobrar por vídeos do YouTube inseridos em sites”, escreveu Marcel Leonardi, diretor de políticas institucionais no Google, no blog do YouTube. “Tratar qualquer disponibilidade ou referência a conteúdos online como uma execução pública é uma interpretação equivocada da Lei.”
Taxa.
O Google fechou em 2010 um acordo com o Ecad para pagar direitos autorais referentes ao YouTube. O valor exato, calculado sobre a receita do site, não é divulgado, mas segundo o Escritório as mídias digitais renderam mais de R$ 2,6 milhões no ano passado. “A cobrança mensal foge completamente a qualquer critério de proporcionalidade”, diz Sérgio Branco. “Há uma falta de critérios que decorre da falta de fiscalização”.

Depois que o caso veio à tona, o Ecad afirmou que a cobrança “decorreu de um erro de interpretação operacional”. Mas o escritório sustenta a legalidade do trabalho. Segundo o Ecad, no documento assinado com o YouTube “está definido que é possível fazer a cobrança das músicas provenientes de vídeos incorporados desde que haja notificação prévia ao Google”.
O escritório, no entanto, disse que está fazendo um trabalho de “reavaliação”. O Ecad diz que as cobranças foram “fatos isolados” e não soube dizer se há mais blogs que receberam o contato (ou já efetuaram o pagamento).

O Ecad havia justificado a cobrança afirmando que o contato com os blogs fez parte de um trabalho de “conscientização e esclarecimento”. Hoje o órgão tem cerca de 1,7 mil sites cadastrados que pagam direitos autorais pelo uso de música na web. Para Branco, a justificativa da entidade é mais um problema. “Cobrar de alguns blogs é escolher de quem cobrar, e isso é ilegal. Ou o órgão tem o dever de cobrar ou não tem.” “Teria de existir alguma instituição para fiscalizar o Ecad”, avalia o professor da FAAP e advogado Guilherme Carboni. “A partir do momento que há o recolhimento é preciso garantir que o elemento da ponta, o compositor, receba.”

O caso acelerou o trabalho da CPI do Ecad, que corre no Senado desde outubro do ano passado. “Essa ação do órgão é um exemplo concreto de que o Ecad precisa ter algum tipo de fiscalização”, avalia o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), presidente da CPI. “A gênese de todos os problemas é a ausência de transparência e a não existência de uma fiscalização”, explica.
Segundo ele, a principal conclusão da CPI até agora é a necessidade de se instituir uma supervisão ao Ecad. A próxima reunião da CPI ocorrerá em São Paulo, no dia 26 de março. A expectativa é que o relatório final seja apresentado em abril, com uma proposta de alteração da Lei de Direitos Autorais.

28.2.12

Jornalista é preso no exercício da profissão


 
·         Repórter do G1 preso e algemado em Manaus
O jornalista Carlos Eduardo Matos – conhecido como Cadú, do portal G1, foi preso e algemado por policiais da Rocam, na manhã de hoje.
Cadú estava fazendo a cobertura sobre a queda de um avião nas imediações do Aeroclube de Manaus. Segundo testemunhas, o repórter teria ultrapassado a área de segurança delimitada pela polícia.
O tenente Alfonso deu voz de prisão para o jornalista.
15.2.12

Concurso Público na Secretaria de Saúde do Amapá

 
Lineu Facundes, que respondia como secretário adjunto de saúde é o novo secretário da pasta. Ele ficou no lugar de Edilson Pereira, que pediu exoneração por problemas de saúde. Lineu assume o cargo com problemas graves no setor como a falta de estrutura nos hospitais e de médicamentos.Um exemplo são os pacientes com a doença falciforme que reclamam da falta de dois remédios usados para evitar o agravamento dos casos.O Hidrea e o quelante de ferro. Também falta morfina para os atendimentos no hospital de Emergências. Doentes de câncer têm a mesma queixa.

O médico Ronaldo Dantas, que já foi secretário de Saúde do estado em 2002, agora é o secretário adjunto. Na cerimônia de posse o governador Camilo Capiberibe, anunciou  o concurso público para a saúde. O edital já foi divulgado no diário oficial. Estão sendo disponibilizadas 790 vagas  para nível superior e 803 para o nível médio. Os salários variam de 1.700 reais a 6.mil reais.As inscrições iniciam em 19 de março e vão até 16 de abril// e só podem ser feitas pela internet, no site: www.universa.org.br

Salários
R$:1.747,48
R$:6.112,98

Inscrições:
19 de março a 16 de abril

São funções como fiscais de vigilância sanitária, motoristas, telefonistas e enfermeiros que devem ter uma grande demanada de candidatos. Mas o cargo que sempre dá muito trabalho para ser preenchido é o de médico em qualquer especialidade. Existem municipios, como Vitória do Jari que atualmente só tem um profissional. O governo promete além dos salários,  plantões com maior remuneração e incetivos por produtividade.

7.2.12

O destino dos pajés

O cacique, Missico Waiãpi, me disse que as aldeias estão acabando com os pajés. É aquela figura mistica que usa encantamentos e conhecimentos das florestas para cuidar dos doentes. Em muitos casos, o pajé usa o cachimbo com ervas.

O motivo, segundo Missico, é a entrada da saúde indigena nas aldeias. Os caciques foram orientados a não incentivar mais a pajélança nas tribos. Agora só remédio de laboratório. Uma enfermeira que trabalha na área indigena me confidenciou: Ela estava trabalhando e houve um surto de diarréia numa aldeia e não havia  medicamento. A profissional da saúde pediu para que um indio fosse no mato e pegasse escada de tartaruga, erva usada para diarréia. Uma panelada de chá foi feita, mas ninguém quis o produto.
Isso é bom ou ruim???

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